Cognição e Comportamento · Porto Alegre

Quando o cotidiano muda, o cuidado precisa fazer sentido.

Esquecimentos, mudanças de comportamento ou dificuldades na rotina podem trazer dúvidas para toda a família. Reunimos perspectivas para compreender o que mudou e orientar os próximos cuidados, com a pessoa e sua rede de apoio.

Conversar sobre o cuidado ↗

Porto Alegre · Av. Luiz Manoel Gonzaga, 351 · sala 904

Casal de idosos toma sorvete com os netos na orla; a filha observa a cena.
Nesta página

Por onde começar?

Nem sempre é fácil organizar todas as dúvidas de uma vez. Abra a situação que mais se aproxima do que você está vivendo.

Casal de idosos no sofá; ela lê anotações em um caderno e ele escuta, de mãos dadas.
Notei esquecimentos na família

Anote exemplos do cotidiano, quando começaram e quais dúvidas você gostaria de conversar. Se a pessoa concordar, pensem juntos em quem pode participar desse primeiro encontro.

Entender como seguir
Já recebemos um diagnóstico

Separe os documentos que já existem e liste o que ficou difícil de entender. Quais orientações precisam ser retomadas? Quais situações do dia a dia merecem atenção na próxima conversa?

Entender como seguir
Ainda não entendemos o que acontece

Você não precisa chegar com uma hipótese pronta. Reunir a história, as mudanças percebidas e as perguntas da família ajuda a preparar a conversa com a equipe.

Entender como seguir
Não sei por onde começar

O contato inicial serve para apresentar sua dúvida e conhecer as possibilidades de atendimento. Você pode perguntar quem participa, quais informações levar e como funciona o próximo passo.

Entender como seguir
Preciso organizar os próximos cuidados

Quais tarefas ficaram mais difíceis? Quem já participa dos cuidados? Traga as prioridades da pessoa e da família para conversar sobre os próximos passos.

Entender como seguir
Cuidar está ficando pesado

Você pode falar sobre cansaço, dúvidas e sobre o que está difícil de compartilhar. Pense nos apoios que já existem e nas perguntas que gostaria de levar à equipe.

Entender como seguir

Compreender antes de decidir

Da história aos próximos cuidados.

Uma avaliação reúne informações para compreender as mudanças. Este mapa ajuda a visualizar a conversa; as etapas e os profissionais necessários dependem de cada situação.

Metáfora abstrata em 3D: caminhos com materiais e cores diferentes se aproximam de um espaço comum. Não representa anatomia nem resultado clínico.
Diferentes perspectivas.
Um cuidado construído em conjunto.
  1. 01

    Escutar a história

    Memória, comportamento e autonomia no cotidiano: o que mudou, quando começou e como a pessoa percebe essas mudanças.

  2. 02

    Avaliar em contexto

    História clínica, rotina, saúde e autonomia orientam a avaliação e as investigações, quando indicadas.

  3. 03

    Conversar sobre os achados

    Explicações, dúvidas e limites da avaliação: retomar perguntas, o que foi compreendido e o que ainda precisa ser investigado.

  4. 04

    Combinar os próximos passos

    Prioridades de cuidado e acompanhamento são discutidas com a pessoa e sua rede de apoio.

01 · A pessoa

O que mudou?

História, cognição, comportamento, saúde e o que a pessoa considera importante preservar.

02 · O cotidiano

Como isso aparece na vida?

Autonomia, tarefas, comunicação e situações concretas ajudam a organizar as perguntas.

03 · A rede de apoio

Quem cuida também precisa de apoio.

Participação da família e navegação do cuidado para conversar sobre prioridades e organização.

Mapa explicativo das perspectivas do cuidado; não é um teste ou uma medida de resultado.

As etapas e os profissionais são definidos conforme a situação. Não há garantia de diagnóstico em determinado prazo.

Cognição e Comportamento do Idoso

Pessoas com quem conversar.

Conheça a equipe, coordenada por Tatiane Morgana, que reúne cuidado médico, neuropsicologia, psicologia e navegação do cuidado. O contato inicial ajuda a orientar com quem começar e quais cuidados podem fazer sentido para a sua situação.

Tatiane Morgana da Silva — retrato fotográfico real.

Tatiane Morgana da Silva

Neurologia e Medicina de Família · coordenação de Cognição e Comportamento

CRM-RS 43167
RQE 43518 · Neurologia
RQE 43608 · Medicina de Família

Luis Motta — retrato fotográfico real.

Luis Motta

Psiquiatria

CRM-RS 35831
RQE 29282 · Psiquiatria

Patrícia Ferreira — retrato do acervo profissional Hope.

Patrícia Ferreira

Psicologia · coordenação de Neuropsicologia

CRP-RS 07/33380

Francielly Maziero — retrato do acervo profissional Hope.

Francielly Maziero

Psicóloga pela UFRGS · pós-graduanda em Neuropsicologia · Neurodivergência e Cognição e Comportamento

CRP-RS 07/46013

Maria Eduarda Fuhr — retrato real do acervo Hope, sem retoque de rosto.

Maria Eduarda Fuhr

Psicóloga pela UFRGS · pós-graduanda em Neuropsicologia · Neurodivergência e Cognição e Comportamento

CRP-RS 07/45314

Gabrieli dos Santos Battú, da navegação do cuidado, à mesa com um computador.

Gabrieli dos Santos Battú

Navegação do cuidado · acadêmica de Psicologia e estagiária

Yuri Felloni — retrato do acervo profissional Hope.

Yuri Felloni

Neurologia · Transtornos do Movimento

CRM-RS 43166
RQE 36585 · Neurologia

Aline Prikladnicki — retrato do acervo profissional Hope.

Aline Prikladnicki

Fonoaudiologia · adultos e idosos

CRFa-7 9055

O cuidado também envolve quem cuida. Dúvidas sobre rotina, comunicação e apoio à família podem fazer parte dessa conversa.

Ciência para orientar escolhas

O que as evidências ajudam a compreender.

A pesquisa orienta o cuidado. A decisão clínica considera também a história, as necessidades e as preferências de cada pessoa.

Pequeno grupo de pessoas idosas faz uma atividade com cartas ilustradas ao redor de uma mesa.

DIRETRIZ · NICE · 2018

A história e o cotidiano fazem parte da avaliação.

A diretriz recomenda ouvir a pessoa e, quando possível, alguém que a conheça bem, considerando o impacto das mudanças na vida diária. Um resultado isolado em teste não responde a todas as perguntas.

Ler a recomendação NG97 ↗

ENSAIO CLÍNICO · SPECTOR E COL. · 2003

Há intervenções além dos medicamentos.

Em um estudo com 201 pessoas com demência, um programa estruturado de estimulação cognitiva apresentou benefícios em cognição e qualidade de vida ao final do acompanhamento.

O achado se refere ao programa e à população estudados. Não demonstra cura, prevenção ou o mesmo resultado para qualquer atividade ou serviço.

Conhecer o estudo ↗

Antes de marcar

Perguntas que podem estar com você.

Esquecimento significa Alzheimer?

Não é possível concluir isso apenas pelo esquecimento. A avaliação considera a história, outros sintomas e o impacto na rotina para investigar o que pode explicar a mudança.

Preciso ter um diagnóstico para entrar em contato?

Não. Você pode começar contando a sua dúvida e perguntando como funciona o atendimento. Um diagnóstico pronto não é necessário para iniciar essa conversa.

Um familiar pode participar?

Alguém que conhece bem a pessoa pode contribuir com informações. A participação deve respeitar a vontade, a privacidade e as necessidades da pessoa atendida; combine isso com a equipe.

Preciso fazer exames antes da consulta?

Reúna os exames e relatórios que já possui. A necessidade de novos exames será discutida na avaliação; não é preciso escolher exames por conta própria para fazer o primeiro contato.

E se já existe um diagnóstico?

Traga os documentos existentes e as perguntas que continuam abertas. A conversa pode abordar o entendimento do diagnóstico, as dificuldades do cotidiano e os próximos cuidados.

Como saber valores, horários e formato do atendimento?

Converse com a equipe de novos atendimentos pelo botão ao final da página. Ela pode informar as opções disponíveis e orientar o agendamento conforme a sua necessidade.

Você não precisa chegar com tudo resolvido.

Um passo de cada vez

Para preparar a conversa, vale organizar algumas informações simples. O que você ainda não souber também pode virar uma pergunta.

  • 01Dois ou três exemplos do que mudou no cotidiano.
  • 02Quando essas mudanças começaram a chamar atenção.
  • 03Exames, relatórios e lista de medicamentos que já existem.
  • 04As principais dúvidas da pessoa e de quem participa dos cuidados.

Conteúdos Hope · Prescrição Criativa

Para continuar a conversa.

Mulher no sofá segura o celular para enviar uma mensagem; ao fundo, o pai lê o jornal.

Podemos começar pela sua dúvida.

Conte à equipe que você procura orientação sobre memória e cuidados na família. No primeiro contato, você pode perguntar sobre profissionais, funcionamento e possibilidades de atendimento.

No primeiro contato, não é necessário enviar exames ou um relato clínico detalhado. Combine com a equipe como compartilhar essas informações.

Atendimento em Porto Alegre
Av. Luiz Manoel Gonzaga, 351 · sala 904.

Pergunte à equipe sobre modalidade, valores e disponibilidade antes de agendar.

Imagens ilustrativas criadas com IA.

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