Neurodivergência · avaliação integrada em saúde mental

Sua história merece novas perspectivas.

Dúvidas sobre autismo, atenção, relações ou sobrecarga podem ser o começo. O Método Horizonte reúne consultas com diferentes especialistas para compreender seu funcionamento, suas necessidades e suas potencialidades.

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Porto Alegre · Av. Luiz Manoel Gonzaga, 351 · sala 904

Pessoa à mesa com um caderno, em momento de reflexão. Cena ilustrativa gerada por IA; pessoa e ambiente fictícios.
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Método Horizonte · O percurso em 1 minuto

Uma história inteira.
Diferentes olhares.

Várias consultas. Diferentes especialistas.
Uma compreensão mais ampla de você.

  1. Sua história

    Contextos, dificuldades e forças.

  2. Avaliação

    Consultas e avaliação neuropsicológica.

  3. Olhares integrados

    Especialistas conectam os achados.

  4. Novos caminhos

    Devolutiva e orientações com você.

Os encontros e instrumentos são definidos para cada pessoa.

Conhecer o método em detalhes ↓

Qual pergunta se aproxima da sua?

Algumas experiências podem motivar a busca por cuidado. Você não precisa se reconhecer em todas elas.

  • Interações sociais, comunicação ou sensorialidade

    Há experiências que são difíceis de explicar em uma lista de sinais.

  • Diagnósticos confusos ou sensação de invalidação

    Uma nova conversa pode começar pelo que ficou sem resposta.

  • Diagnóstico recebido, rotina ou relações difíceis

    Compreender um diagnóstico é diferente de saber o que fazer com ele no cotidiano.

  • Dúvidas sobre altas habilidades, perfis mistos e direitos

    Nem toda pergunta sobre funcionamento cabe no mesmo percurso.

O que vale esclarecer

Ser escutado sem estereótipos

Uma mesma situação pode ser vivida de formas diferentes. Contar o que acontece, em quais ambientes e com que impacto ajuda mais do que tentar se encaixar em uma descrição pronta. Se preferir, anote episódios concretos: uma conversa difícil, um ambiente que exige muito esforço ou uma adaptação que tornou o dia mais viável. A avaliação considera sua trajetória e outras explicações possíveis; essas experiências, isoladamente, não determinam um diagnóstico.

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Entender o raciocínio e as incertezas

Você pode trazer relatórios anteriores e dizer o que ficou claro, o que não fez sentido e quais perguntas continuam abertas. Uma nova avaliação não parte da obrigação de confirmar ou substituir um diagnóstico: ela precisa compreender os dados disponíveis e explicar o raciocínio. Divergências e incertezas também merecem ser discutidas. Não é necessário preparar uma narrativa perfeita; dúvidas e lembranças incompletas podem fazer parte do encontro.

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Transformar dúvidas em objetivos de apoio

Um diagnóstico pode abrir perguntas práticas sobre trabalho, estudo, relações e sobrecarga. O ponto de partida são os objetivos que importam para você e os apoios possíveis em cada contexto. A conversa pode incluir o que preservar, o que adaptar e quais dificuldades precisam de cuidado. Não existe uma única forma de viver a neurodivergência, nem uma meta universal de parecer outra pessoa. As orientações precisam respeitar sua participação e suas preferências.

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Saber qual questão precisa de avaliação ou orientação

Questões sobre altas habilidades, necessidades clínicas e documentação para direitos podem exigir percursos diferentes. No primeiro contato, explique qual pergunta deseja esclarecer para que a equipe informe o escopo do atendimento disponível. Uma avaliação clínica não garante benefício, enquadramento administrativo ou um resultado predeterminado. Quando a dúvida envolve uma exigência externa, vale levar o documento que descreve essa exigência para discutir a finalidade e os limites da avaliação.

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Capa do Método Horizonte: uma abertura iluminada para a paisagem, como metáfora de novas perspectivas.
Método Horizonte · avaliação integrada em saúde mental.

Conheça o Método Horizonte

Compreender sua história.
Enxergar novos caminhos.

Uma avaliação para olhar o funcionamento da pessoa como um todo.

Método Horizonte: criado pela psiquiatra Neusa Agne e, posteriormente, com a colaboração da neuropsicóloga Patrícia Ferreira. O Horizonte integra perspectivas médicas e neuropsicológicas. Pode partir de uma suspeita de neurodivergência, mas também considera saúde mental, contextos de vida, forças e potencialidades.

Várias consultas

Tempo para aprofundar perguntas e relacionar informações.

Mais de um especialista

Olhares que se complementam na compreensão da sua história.

  1. 01

    Sua história

    Dúvidas, trajetória, contextos e o que você deseja compreender.

  2. 02

    Consultas com especialistas

    Perspectivas médicas e neuropsicológicas, aprofundadas ao longo dos encontros.

  3. 03

    Funcionamento e potencialidades

    Dificuldades, recursos, forças e necessidades, com instrumentos quando indicados.

  4. 04

    Integração e devolutiva

    As informações se encontram. Você conversa sobre os achados e as incertezas.

  5. 05

    Novas perspectivas

    Orientações e documentos pertinentes ao caso, para pensar apoios e próximos caminhos.

Estas são dimensões do percurso, não uma contagem de consultas. A organização dos encontros e os instrumentos são definidos para cada caso. A avaliação não parte de um diagnóstico ou resultado predeterminado.

Pessoas que cuidam

Conhecimento que se encontra. Pessoas que escutam.

A escolha do atendimento considera a sua necessidade. A equipe de novos atendimentos informa o público, a modalidade e a disponibilidade de cada profissional.

Neusa Aita Agne — retrato do acervo profissional Hope.

Neusa Aita Agne

Psiquiatria · coordenação de Neurodivergência

CRM-RS 35391
RQE 27674 · Psiquiatria
RQE 30553 · Psiquiatria da Infância e Adolescência

Patrícia Ferreira — retrato do acervo profissional Hope.

Patrícia Ferreira

Psicologia · coordenação de Neuropsicologia

CRP-RS 07/33380

Francielly Maziero — retrato do acervo profissional Hope.

Francielly Maziero

Psicóloga pela UFRGS · pós-graduanda em Neuropsicologia · Neurodivergência e Cognição e Comportamento

CRP-RS 07/46013

Maria Eduarda Fuhr — retrato real do acervo Hope, sem retoque de rosto.

Maria Eduarda Fuhr

Psicóloga pela UFRGS · pós-graduanda em Neuropsicologia · Neurodivergência e Cognição e Comportamento

CRP-RS 07/45314

Você pode perguntar sobre a formação, a forma de trabalho e o que esperar do primeiro encontro.

Ciência com contexto

Referências para compreender o cuidado.

Referências que ajudam a formular perguntas e discutir opções de cuidado. Veja o contexto e os limites de cada fonte.

NICE · CG142

Uma avaliação considera a trajetória

A diretriz sobre autismo em adultos recomenda avaliação abrangente, incluindo desenvolvimento, funcionamento atual e possíveis condições coexistentes. Não é um diagnóstico por lista de sinais.

Ler a fonte original ↗

NICE · NG197

Decisões com participação

A diretriz de decisão compartilhada orienta discutir opções, benefícios, riscos e preferências. A participação da pessoa é parte do processo de cuidado.

Ler a fonte original ↗

Antes de decidir

Perguntas frequentes.

O Horizonte acontece em uma única consulta?

Não. O percurso envolve várias consultas e mais de um especialista, integrando avaliação médica e neuropsicológica. A equipe explica a organização dos encontros conforme a necessidade de cada pessoa.

Preciso chegar sabendo qual é o diagnóstico?

Não. Você pode procurar uma avaliação a partir de dúvidas e experiências. A hipótese, quando pertinente, será examinada no contexto da sua história.

E se a hipótese não se confirmar?

A conversa deve esclarecer o que foi observado, o que continua incerto e que outras questões merecem atenção. A utilidade da avaliação não depende de confirmar uma expectativa inicial.

Um familiar ou alguém da rede de apoio participa?

Um familiar ou alguém da sua rede de apoio pode contribuir com a história e o cotidiano. A participação e seus limites são combinados com você e a equipe, respeitando privacidade e necessidades.

Todos os perfis têm o mesmo percurso?

Não. Idade, pergunta de avaliação e necessidades orientam a escolha do atendimento. A equipe informa quais profissionais e modalidades estão disponíveis.

O que você pode levar à conversa.

Um passo possível

Não é necessário reunir tudo para fazer o primeiro contato. Estas informações podem ajudar a organizar suas perguntas.

  • 01Situações que você gostaria de compreender melhor.
  • 02O que ajuda, o que sobrecarrega e o que deseja preservar.
  • 03Relatórios que já possui e perguntas que ficaram abertas.

Contato · novos atendimentos

Podemos começar pela sua pergunta.

A equipe de novos atendimentos informa sobre profissionais, funcionamento e agendamento. Você pode começar dizendo que deseja conhecer as possibilidades de atendimento.

O botão abre o WhatsApp. Nenhuma mensagem é enviada automaticamente.

Atendimento em Porto Alegre
Av. Luiz Manoel Gonzaga, 351 · sala 904.

Pergunte à equipe sobre modalidade, valores e disponibilidade antes de agendar.

Vamos conversar sobre um novo atendimento?

Recebemos seu contato. A equipe da Hope foi notificada por e-mail e poderá responder pelos dados informados.
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